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Fábio defende fortalecimento da advocacia pública e contesta criticas de Dilma

30 set 2013 | Notícia | Escrito por: Redação | Compartilhe

O deputado federal Fábio Trad (PMDB-MS) sai em defesa da advocacia pública brasileira que teve a eficácia da sua atuação contestada pela presidente Dilma Roussef. Ele cobra o fortalecimento da sua atuação em defesa do Estado, das políticas públicas que beneficiam a população e por grande economia aos cofres públicos. O parlamentar manifestou sua opinião durante encontro com Marco Aurélio de Oliveira; Renato Ferreira ; Carlos Rogério da Silva e Ricardo Marcelino Santana, representantes da categoria em Mato Grosso do Sul. Para Fábio a presidente foi infeliz , ao dizer em Nova York que “advogado é custo, engenheiro é produtividade”,além de revelar desconhecimento do trabalho desenvolvido pelos profissionais do Direito que atuam no serviço púbico federal. Na opinião do parlamentar a presidente não precisava “cometer esta grosseria com a profissão que ajudou a derrotar a ditadura, redemocratizar pais e lutar pela concretização da nossa carta magna”. Embora considere a avaliação injusta, segundo Fábio Trad, a advocacia perdoa a presidente “porque já aprendeu a conviver com a incompreensão do seu papel social”. O deputado avalia que “o custo de uma advocacia numa democracia nunca foi alto a, ao contrário das ditaduras que tentaram comprá-la e não conseguiram porque quem defende a liberdade e justiça não tem preço”. A Advocacia pública está na AGU (Advocacia Geral da União), Procuradores Federais, Procuradores da Fazenda Nacional e Procuradores do Banco Central. Fábio Trad revela a que só nos últimos três anos a AGU, através de seus órgãos, economizou/arrecadou mais de R$ 2, 5 trilhões aos cofres da União; arrecadou mais de R$ 60 bilhões de valores inscritos em Dívida Ativa ; mais de R$ 5 bilhões de contribuições sociais na Justiça do Trabalho; bloqueio e recuperação de mais de R$ 1,5 bilhões desviados por corrupção; fez acompanhamento diário de mais 1.000 ações estratégicas, envolvendo o PAC, a Olimpíada, a Copa, concessão e ampliação de aeroportos, leilão de energia, licença para operação de usinas hidrelétricas, obras de mobilidade urbana, entre outras. Ainda recolheu mais R$ 3 bilhões de créditos de autarquias e fundações federais, mediante execuções e parcelamentos; conseguiu vitória judicial na ação referente ao crédito-prêmio do IPI, resultando em uma economia de mais de R$ 288 bilhões aos cofres públicos.