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Fábio Trad apresentou consensos da Reforma Política a Michel Temer

16 mar 2011 | Notícia | Escrito por: Redação | Compartilhe

O deputado federal Fábio Trad esteve na manhã desta quarta-feira, 16, no Palácio do Planalto, onde se reuniu com o vice-presidente da República Michel Temer. Acompanhado por outros sete deputados federais, integrantes do Movimento Afirmação Democrática, Fábio apresentou ao vice-presidente os consensos do grupo a respeito da Reforma Política: “Definimos que lutaremos pelo voto distrital misto e pelo financiamento público puro. São os dois pontos em relação aos quais chegamos em consenso. Evidente que vamos obedecer a diretriz final da bancada do PMDB, mas vamos levar estas duas propostas para discussão”, afirmou o deputado sul-mato-grossense. 

Na semana passada, Fábio proferiu um contundente discurso sobre o tema na Câmara Federal. Na oportunidade, o deputado pediu que os parlamentares se unam diante de objetivos factíveis para a Reforma Política: maior identidade entre a sociedade e a classe política; fortalecimento dos partidos e redução da influencia do poder econômico nos pleitos. 

Fábio Trad apontou três linhas de ação em torno das quais os parlamentares devem fazer coro com fins de aprovar uma reforma que sirva ao País e não a interesses particulares ou de grupos políticos. “Precisamos elevar a política dando-lhe um caráter de nobreza que sua essência conceitual traduz. É preciso, portanto, que esta casa seja movida por três imperativos de consciência. Primeiro: não podemos e não devemos fazer a reforma pensando nas próximas eleições, mas sim nas próximas gerações. Segundo: não podemos e não devemos fazer a reforma pensando em nossos mandatos, mas no futuro da democracia. Terceiro, não podemos e não devemos fazer a reforma pensando em nossos partidos, mas na legitimidade do sistema representativo. Se com seguirmos superar estes desafios e vencermos o casuísmo e o imediatismo, nós não daremos apenas uma lei nova ao País. Nós daremos ao Pais a oportunidade de viver uma nova cultura política e isso não é pouco”.