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Fabio Trad defende a cultura como fundamento civilizatório

11 jan 2012 | Notícia | Escrito por: Redação | Compartilhe

Coordenador da Frente Parlamentar da Cultura em Mato Grosso do Sul, o deputado federal Fabio Trad (PMDB – MS) destacou a importância da cultura e da inclusão nas grades curriculares de disciplinas que fortaleçam o contato dos jovens com a história da cultura brasileira. “A força da cultura une as pessoas como indivíduos”, afirmou Fabio. 

Para o deputado sul-mato-grossense, não se pode negar às crianças e jovens o direito de estudar, refletir e consolidar o conhecimento do universo cultural. “Esta é a forma de dotá-los dos meios necessários e suficientes para transformação de nossa sociedade como propulsora e defensora de nossa multi-culturalidade”. 

Fabio Trad defendeu a proposta do Instituto Histórico e Geográfico do Estado de Mato Grosso do Sul, liderado pelo professor Hildebrando Campestrini, de inclusão na grade curricular de todas as escolas públicas brasileiras do estudo da cultura brasileira em suas mais diversas vertentes. Desde o estudo da cultura dos imigrantes europeus, asiáticos, árabes, etc, à cultura regional, popular, sertaneja, indígena e afro, ou como melhor aprouver aos educadores e formuladores de políticas pedagógicas do país. 

O deputado concluiu seu pronunciamento com um apelo à valorização da cultura como fator primordial na construção de uma base civilizatória para o país. 

“Assim amalgaremos o respeito pela diversidade, enobrecendo o saber, através de seu comprometimento com práticas não só de tolerância, mas de respeito e reconhecimento com a riqueza do pensamento e das manifestações concretas do espírito humano através dos tempos. Desta forma emergirá das profundezas do descaso da nossa tímida pedagogia a rica pluralidade da diversidade composta pelos variados temas morais, filosóficos e artísticos, todos filhos da mãe cultura. Uma nação construída por gente de alma bem formada, que caminha com destemor em busca da verdade, sem fugir ao compromisso emancipador da liberdade, que respeita as diferenças, só se realiza se a cultura não for tratada como ‘um’ direito apenas, senão como ‘o’ direito fundante, por meio do qual os outros se projetam como adjuvantes para a concepção do mesmo fim que nos une, a felicidade dos seres humanos, através da emancipação da consciência da própria condição humana.”.