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Sugestão de Fabio Trad será contemplada no Programa Nacional de Combate ao Crack

07 dez 2011 | Notícia | Escrito por: Redação | Compartilhe

O Governo Federal lança nesta quarta-feira (7) mais um plano de combate ao uso de crack para complementar as ações que já vinham sendo realizadas pelo Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, lançado no ano passado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Com foco no tratamento médico aos dependentes, na prevenção do consumo do crack e na repressão ao tráfico, o novo plano terá ações integradas coordenadas pelos Ministérios da Saúde e da Justiça. Entre as ações de repressão ao tráfico, está uma tese do deputado federal Fabio Trad (PMDB – MS) de abreviar os trâmites das expropriações e perdas de bens de traficantes.

Fabio, que é membro titular da Comissão Especial da Casa destinada a promover políticas públicas nacionais de combate, prevenção e recuperação dos efeitos do crack, tem sido uma voz constante no Congresso sobre a ameaça das drogas e a necessidade de que a sociedade enfrente a questão de forma compartilhada.

"Dizer não as drogas é dizer sim a uma vida livre. Nosso trabalho na Comissão de Combate às Drogas resultam em ações efetivas que dotam o Estado de meios mais eficazes para reverter em benefícios os malefícios das drogas ilícitas. Porém, uma verdade precisa ser dita: a escalada do consumo de drogas revela uma sociedade doente cuja cultura do consumo procura nos convencer de que a felicidade pode ser encontrada fora da gente, quando o caminho aponta para o interior, para dentro, para o auto-conhecimento", afirmou o deputado sul-mato-grossense.

Consumo 

O governo ainda não conseguiu concluir a pesquisa nacional inédita com os números de usuários da droga e o perfil do consumo do crack no Brasil, que contará com cerca de 25 mil entrevistas. 

O levantamento mais recente sobre o consumo da droga foi feito em 2005 pelo Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) em 108 cidades brasileiras. De acordo com essa pesquisa, 0,1% da população havia declarado ter fumado crack nos 12 meses anteriores à coleta de dados.